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dc.creatorSilva, Izabella Britopt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0730420540559990por
dc.contributor.advisor1Nakano, Tatiana de Cássiapt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8092049870780985por
dc.contributor.referee1Schelini, Patrícia Waltzpt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6185333517392859por
dc.contributor.referee2Brasio, Karina Magalhãespt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6491036081725877por
dc.date.accessioned2016-04-04T18:28:05Z-
dc.date.available2012-03-23pt_BR
dc.date.issued2012-02-23pt_BR
dc.identifier.citationSILVA, Izabella Brito. Estudo do funcionamento diferencial do item em um instrumento de avaliação da personalidade. 2012. 156 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Campinas, 2012.por
dc.identifier.urihttp://tede.bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br:8080/jspui/handle/tede/294-
dc.description.resumoEstudos que relacionam traços de personalidade e inteligência (do ponto de vista psicométrico) são bastante recentes e vêm se ampliando devido à constatação de que a inteligência pode exercer influência no modo como as pessoas respondem a testes de personalidade (e vice-versa). Assim, a presente pesquisa buscou verificar, com o uso da estimativa do funcionamento diferencial do item (DIF), a influência do nível de inteligência, sexo e escolaridade nas respostas a um instrumento de auto-relato da personalidade. A amostra foi composta por 161 estudantes, de Ensino Médio e Superior, de ambos os sexos, os quais responderam à Bateria Fatorial de Personalidade e dois subtestes da Bateria de Provas de Raciocínio (raciocínio abstrato e verbal). Para a estimativa do DIF existe a exigência de se trabalhar com 2 grupos, de forma que o procedimento de divisão dos grupos foi a divisão natural para sexo e escolaridade e para o nível de inteligência, os participantes foram divididos em dois grupos: média baixa e média alta. A estimativa da dificuldade de cada grupo em cada um dos 126 itens que compõem o instrumento de personalidade foi calculada, sendo posteriormente comparadas com o objetivo de identificar a presença ou não de DIF. Os resultados demonstraram que, usando dois critérios de medidas de DIF, vemos que, de acordo com o critério de Mantel-Haenzel (contraste maior que 0,42) nenhum dos itens apresentou DIF, entretanto, considerando-se os índices de diferença de probabilidade (menor que 0,05) vemos que para nível de inteligência 11 dos 126 itens apresentaram funcionamento diferencial para os grupos, para escolaridade 17 dos 126 itens apresentaram DIF, e por fim, para sexo 22 dos 126 itens apresentaram funcionamento diferencial para os grupos. Dessa forma pode-se verificar que uma proporção pequena de itens mostraram-se influenciados pelo nível de inteligência do respondente, sendo que a maior parte dos itens que apresentaram DIF pertencem a variável sexo e ao fator Abertura.por
dc.description.abstractStudies relating personality traits and intelligence (from the psychometric point of view) are quite new and have been expanding due to the fact that the intelligence may interfere on the way people respond to personality tests (and vice-versa). This research wanted to verify, based on DIF estimates, the influence of intelligence levels, sex, and education on the responses to a personality self-portrait instrument. The sample was composed of 161 high-school and college students from both genders, who answered a BFP and two subtests of BPR-5 (abstract and verbal). For the DIF estimates, it is required to work with 2 groups; therefore the division of groups was according to gender and education. And for the intelligence level, the participants were separated into two groups: low and high average. The estimates of each group s difficulties in the 126 items that form the personality instrument were calculated and compared in order to check whether DIF was present or not. Two DIF measurement criteria were applied. The results with Mantel-Hanzel´s (contrast higher than 0.42) showed that none of the items presented DIF. However, taking into consideration Probability Difference Indices (lower than 0.05), we found that out of 126 items, DIF was present in the groups as follows: 11 for the intelligence level; 17 for education; and 22 for gender. Thus, it is possible to verify that a small amount of items were influenced by the intelligence level of the participants. Gender and the Aperture factor influenced DIF the most.eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2016-04-04T18:28:05Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Izabella Brito Silva.pdf: 2978268 bytes, checksum: 42a14f689272301bde47bd494dc6b321 (MD5) Previous issue date: 2012-02-23eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Campinaspor
dc.publisher.departmentCCV – Centro de Ciências da Vidapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsPUC-Campinaspor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologiapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectpersonalidadepor
dc.subjectTRIpor
dc.subjectinteligênciapor
dc.subjectDIFpor
dc.subjectpersonalityeng
dc.subjectTRIeng
dc.subjectintelligenceeng
dc.subjectDIFeng
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApor
dc.titleEstudo do funcionamento diferencial do item em um instrumento de avaliação da personalidadepor
dc.title.alternativeStudy of differential item functioning in a personality assessment instrumenteng
dc.typeDissertaçãopor
Appears in Collections:Programa de Pós-Graduação em Psicologia - Mestrado

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